HOMEM ESTÁ HÁ 3 DIAS COM CORPO DA ESPOSA SEM PODER ENTERRAR! 😢⚰️

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SA SEM PODER ENTERRAR! 💔HOMEM ESTÁ HÁ 3 DIAS COM CORPO DA ESPOSA SEM PODER ENTERRAR! 😢⚰️ Um cidadão moçambicano enfrenta um momento de profunda dor e humilhação após a perda da esposa, com quem viveu por mais de 10 anos e teve quatro filhos. A mulher faleceu recentemente na África do Sul, vítima de doença, mas o corpo permanece há 3 dias em casa sem sepultura, devido à recusa da família da falecida em autorizar o enterro. 👉 A razão? A família exige que o marido pague *100 mil meticais de lobolo, valor que dizem nunca ter sido cumprido durante os anos de união. Eles afirmam:   “Se ele não paga, que devolva a filha viva!” A comunidade está indignada com o bloqueio do funeral em meio à dor da perda. Muitos consideram que o respeito pelas tradições não deve ultrapassar os limites da humanidade. Postagens mais visitadas deste blog November ngabe ungubani na😩 Este professor foi flagrado mastigando o fruto proibido de seu aluno no banco de trás do carro, hoje de manhã. novembro 1...

Cartório nega registro de bebê com nomes de origem africana: 'não podemos circular com um recém-nascido sem documento'


 Cartório nega registro de bebê com nomes de origem africana: 'não podemos circular com um recém-nascido sem documento'


A primeira tentativa de registro foi feita dois dias após o nascimento, no Hospital Sofia Feldman


Cartório nega registro de bebê com nomes de origem africana: 'não podemos circular com um recém-nascido sem documento'


A primeira tentativa de registro foi feita dois dias após o nascimento, no Hospital Sofia Feldman


A Justiça tem até o dia 2 de outubro para responder ao pedido de um casal de Belo Horizonte que tenta registrar a filha recém-nascida com o nome Tumi Mboup. O cartório recusou o registro alegando que “Mboup” seria um sobrenome e, por isso, não poderia ser usado como segundo nome composto. A menina nasceu em 22 de setembro e continua sem certidão de nascimento. ler mais..


O pai da criança, o sociólogo e professor Fábio Rodrigo Tavares, afirma que a ausência do documento já causa transtornos à família.

“Eu sou servidor, preciso da certidão para usufruir da minha licença. A mãe também precisa para a licença maternidade. Para acessar o sistema de saúde, é necessário o registro. A criança ainda precisa fazer o teste do pezinho, que é feito no posto. E a gente não pode circular livremente pela cidade com um recém-nascido sem documento. Somos um casal preto numa sociedade racista, e andar com uma criança sem prova de que é nossa filha gera problemas”, relata.


Explicação do nome

O nome Tumi foi escolhido pela mãe e significa “lealdade”, com origem na região da África do Sul. Já Mboup, sugerido pelo pai, é um sobrenome comum no Senegal e homenageia o intelectual senegalês Cheikh Anta Diop, autor do livro A Unidade Cultural da África Negra.

Segundo Fábio, a escolha do nome é um ato político de resistência à colonização.

“Politicamente, é uma tentativa de reafricanizar. Na afrocentralidade, aprendemos que o primeiro processo para nos desafricanizar, para nos colonizar, é retirar o nosso nome. O nome nos dá localização, identidade. Sem nome, sem referência, não somos nada. Nomear nossa filha de Tumi Mboup é um ato político de resistência.”

Duas negativas

A primeira tentativa de registro foi feita dois dias após o nascimento, no Hospital Sofia Feldman, onde funciona uma extensão do Cartório de Venda Nova. Após a negativa, os pais tentaram novamente no Terceiro Subdistrito, no centro da capital, mas também foram recusados.

No segundo cartório, o casal formalizou um pedido de autorização judicial. Caso a solicitação seja negada, eles terão que entrar com ação na Justiça para garantir o registro. Enquanto aguardam a resposta, a bebê permanece sem certidão de nascimento.


 

Por  — Belo Horizonte

 


A Justiça tem até o dia 2 de outubro para responder ao pedido de um casal de Belo Horizonte que tenta registrar a filha recém-nascida com o nome Tumi Mboup. O cartório recusou o registro alegando que “Mboup” seria um sobrenome e, por isso, não poderia ser usado como segundo nome composto. A menina nasceu em 22 de setembro e continua sem certidão de nascimento.

O pai da criança, o sociólogo e professor Fábio Rodrigo Tavares, afirma que a ausência do documento já causa transtornos à família.

“Eu sou servidor, preciso da certidão para usufruir da minha licença. A mãe também precisa para a licença maternidade. Para acessar o sistema de saúde, é necessário o registro. A criança ainda precisa fazer o teste do pezinho, que é feito no posto. E a gente não pode circular livremente pela cidade com um recém-nascido sem documento. Somos um casal preto numa sociedade racista, e andar com uma criança sem prova de que é nossa filha gera problemas”, relata.

Explicação do nome

O nome Tumi foi escolhido pela mãe e significa “lealdade”, com origem na região da África do Sul. Já Mboup, sugerido pelo pai, é um sobrenome comum no Senegal e homenageia o intelectual senegalês Cheikh Anta Diop, autor do livro A Unidade Cultural da África Negra.

Segundo Fábio, a escolha do nome é um ato político de resistência à colonização.

“Politicamente, é uma tentativa de reafricanizar. Na afrocentralidade, aprendemos que o primeiro processo para nos desafricanizar, para nos colonizar, é retirar o nosso nome. O nome nos dá localização, identidade. Sem nome, sem referência, não somos nada. Nomear nossa filha de Tumi Mboup é um ato político de resistência.”

Duas negativas

A primeira tentativa de registro foi feita dois dias após o nascimento, no Hospital Sofia Feldman, onde funciona uma extensão do Cartório de Venda Nova. Após a negativa, os pais tentaram novamente no Terceiro Subdistrito, no centro da capital, mas também foram recusados.

No segundo cartório, o casal formalizou um pedido de autorização judicial. Caso a solicitação seja negada, eles terão que entrar com ação na Justiça para garantir o registro. Enquanto aguardam a resposta, a bebê permanece sem certidão de nascimento.

No Brasil, oficiais de registro civil podem negar registros de nomes que possam expor os seus portadores ao ridículo ou se houver dúvida sobre a legalidade do pedido, como a ausência de consenso entre os pais sobre o nome.

A CBN procurou o Tribunal de Justiça de Minas Gerais, mas ainda aguarda um posicionamento.

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